PROFESSORA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO FAZ USO DE APLICATIVO PARA DAR AULAS A ALUNO COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Autora : Lilian de Carvalho Dias
RU: 1242582

Poços de Caldas


A professora Fabíola Giardine de 40 anos leciona há 15 anos na educação fundamental um  em uma escola da rede Municipal de cidade de Poços de Caldas MG, e neste ano se viu de fronte a um desafio com um aluno com deficiência auditiva, ate então em todo estes ano de sala de aula ela  ainda não havia recebido nenhum aluno especial em suas turmas, com isso se sentiu um pouco insegura com o desafio, pois a escola na qual ela leciona não possui sala de recursos de inclusão e nem uma interprete de libras.
O primeiro contato que teve com Pedro de 10 anos cursando o terceiro ano do ensino fundamental um foi através na escrita, pois ele estuda no contra turno da escola em uma escola especial para deficiente auditivo o ¨Instituto Tarso de Coimbra¨, onde ele esta sendo alfabetizado em libras.
Fabíola sem recursos na instituição onde leciona foi procurar ajuda na internet, pesquisando sites onde a pudesse ajudar, a encontrar material didático para poder assim trabalhar em sala de aula com Pedro, encontrou bastantes recursos visuais como desenhos, mas ela ainda não estava satisfeita e foi mais além, achou um aplicativo PRODEAF no qual ela pode tanto escrever como falar as palavras e o aplicativo traduz para libras.
 “A ideia do aplicativo surgiu quando João Paulo Oliveira, hoje CEO da empresa, conheceu o colega surdo no mestrado em computação na Universidade Federal de Pernambuco. O desenvolvimento do aplicativo levou dois anos e contou com a participação de 12 profissionais, incluindo designers, intérpretes, linguistas e programadores, liderados por Oliveira, pelo Chief Operations Officer Flávio Almeida e pelo Chief Technology Officer Amirton Chagas. O projeto teve também a colaboração de surdos, cujas opiniões serviram como base para melhorias até a primeira versão lançada, graças ao subsidio do Grupo Bradesco Seguradora, sua distribuição é gratuita. Ganhou em 2011 o prémio de melhor aplicativo de inclusão da Microsoft.”, segundo o site: https://www.terra.com.br - Murilo Pessoa.
A Professora instalou o aplicativo em seu notebook e com a ajuda de uma caixa de som, um projetor de imagens começou a dar suas aulas para seus alunos e o aplicativo traduzia em libras para Pedro em tempo real, com isso Pedro esta sendo alfabetizando com a ajuda da tecnologia e todos os coleguinhas de sala estão sendo alfabetizados em libras também.
Desafio superado, agora a Professora foi chamada para palestrar na sua região, e ajudar outras educadoras a melorarem a qualidade de ministrar suas aulas com a ajuda da tecnologia, e sim terem uma Educação de qualidade Inclusiva.
Assim com o exemplo da Professora nós também podemos fazer a difeença basta querer.

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