PROFESSORA USA TECNOLOGIA PARA INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS
Marcos Vinícius Soares, 1718983
Poços de Caldas
10/08/2017
Fonte: Folha de Vitória
Na escola de ensino médio Ataíde da Costa Nunes, em Serra, ES a professora Elisangela Pinheiro Pechim, que leciona geografia em uma classe do segundo ano do ensino médio faz uso de um aplicativo tecnológico chamado NVDA para ensinar uma aluna deficiente visual e incluí-la nas atividades dentro da sala de aula. NVDA é uma plataforma para leitura de tela, um program em código aberto que vai "ler" o windows para facilitar a inclusão digital de deficientes visuais. NVDA é um acrônimo para "Non Visual Desktop Access", traduzido para o português, significa desktop de acesso não visual.
Não é novidade dizer que essas pessoas enfrentam desafios diários, inclusive na questão da comunicação. para quem tem deficiência auditiva, por exemplo, a alternativa é o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Já para os deficientes visuais o mais indicado é que haja opções em áudio ou em alto relevo.
Por meio de aplicativos para smartfones, tablets ou programas de computadores é possível que essas pessoas realizem diversas atividades sem a necessidade da colaboração de outras pessoas. Este é o caso de Fabiana Siqueira, de 17 anos, que perdeu a capacidade de enxergar quando criança e precisou aprender desde cedo a 'enxergar' com os ouvidos e com os dedos. Fabiana usa os programas de voz que fazem a leitura de todas as informações que aparecem na tela. "Isso me ajuda muito, porque posso fazer minhas pesquisas sem o auxílio de outra pessoa, além de interagir com os amigos nas redes sociais", disse.
Segundo a professora Elisangela, para utilizar o programa NVDA, basta que o aluno tenha um fone de ouvido ligado ao smarthfone, tablet ou computador. A professoara trabalha nesta função há cerca de dois anos e diz que os recursos tecnológicos cumprem um papel fundamental na inclusão das pessoas com deficiência. "Eles podem desenvolver o próprio intelecto, passa a ter acesso as informações, pode se capacitar para o mercado de trabalho, ingressar na faculdade e socializar com outras pessoas. O deficiente pode compreender o mundo de uma maneira mais comum", a professora também disse: "O aplicativo utilizado por nós é gratuito e está disponível no site, nvaccess.org/files/nvda/snapshots". Outros aplicativos podem facilitar ainda mais a vida de quem tem deficiência visual. Confira alguns deles:
Be My Eyes: Muito mais do que um simples aplicativo, o By My Eyes se tornou uma rede de voluntários que 'emprestam' os olhos para os deficientes visuais.
Conversor de QR Code em voz: Para os deficientes visuais, esse aplicativo pode ser um grande aliado na hora de identificar peças de roupas, objetos ou produtos alimentícios usando um leitor de código de barras.
NantMobile: Aplicativo que reconhece instantaneamente as notas e o valor é dito por meio de voz para o usuário do aplicativo. basta colocar a cédula diante da câmera do dispositivo e o valor é reconhecido em tempo real. Não precisa de conexão com a internet para o funcionamento, e a cédula não precisa estar completamente parada para o reconhecimento.
É a tecnologia a serviço da necessidade de deficientes visuais.
Por meio de aplicativos para smartfones, tablets ou programas de computadores é possível que essas pessoas realizem diversas atividades sem a necessidade da colaboração de outras pessoas. Este é o caso de Fabiana Siqueira, de 17 anos, que perdeu a capacidade de enxergar quando criança e precisou aprender desde cedo a 'enxergar' com os ouvidos e com os dedos. Fabiana usa os programas de voz que fazem a leitura de todas as informações que aparecem na tela. "Isso me ajuda muito, porque posso fazer minhas pesquisas sem o auxílio de outra pessoa, além de interagir com os amigos nas redes sociais", disse.
Segundo a professora Elisangela, para utilizar o programa NVDA, basta que o aluno tenha um fone de ouvido ligado ao smarthfone, tablet ou computador. A professoara trabalha nesta função há cerca de dois anos e diz que os recursos tecnológicos cumprem um papel fundamental na inclusão das pessoas com deficiência. "Eles podem desenvolver o próprio intelecto, passa a ter acesso as informações, pode se capacitar para o mercado de trabalho, ingressar na faculdade e socializar com outras pessoas. O deficiente pode compreender o mundo de uma maneira mais comum", a professora também disse: "O aplicativo utilizado por nós é gratuito e está disponível no site, nvaccess.org/files/nvda/snapshots". Outros aplicativos podem facilitar ainda mais a vida de quem tem deficiência visual. Confira alguns deles:
Be My Eyes: Muito mais do que um simples aplicativo, o By My Eyes se tornou uma rede de voluntários que 'emprestam' os olhos para os deficientes visuais.
Conversor de QR Code em voz: Para os deficientes visuais, esse aplicativo pode ser um grande aliado na hora de identificar peças de roupas, objetos ou produtos alimentícios usando um leitor de código de barras.
NantMobile: Aplicativo que reconhece instantaneamente as notas e o valor é dito por meio de voz para o usuário do aplicativo. basta colocar a cédula diante da câmera do dispositivo e o valor é reconhecido em tempo real. Não precisa de conexão com a internet para o funcionamento, e a cédula não precisa estar completamente parada para o reconhecimento.
É a tecnologia a serviço da necessidade de deficientes visuais.


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